GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO, SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI: VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS; VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA; VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SÓ VÓS SOIS O SANTO; SÓ VÓS, O SENHOR; SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO; COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
AMÉM!
Ou, para a recitação:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℣.: Naquele tempo, houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente. Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento. Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. Jesus respondeu-lhe: “Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou”. Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser!”. Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros. Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água!”. Encheram-nas até a boca. Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala!”. E eles levaram. O mestre-sala experimentou a água, que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água. O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho bom até agora!” Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele.
Pres.: Com o auxílio de Deus e de Jesus Cristo, nosso Salvador, escolhemos este nosso irmão para a Ordem do Diaconato.
Ass.: Graças a Deus!
Pres.: Deus, que te inspirou este bom propósito, te conduza mais à perfeição.
Pres.: Deus, que te inspirou este bom proposito, te conduza mais à perfeição.
Se estiverem ajoelhados, o diácono diz:
Diác.: Levantai-vos.
E todos se levantam.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
℟.: Ele está no meio de nós.
Em lugar da bênção habitual, pode-se dar a bênção seguinte.
O novo Diácono a frente do presidente, presidente abrindo os braços, prossegue:
Pres.: Deus todo-poderoso, que te chamou para o serviço dos homens na sua Igreja, te dê um grande cuidado por todos, particularmente pelos pobres e aflitos.
Ass.: Amem.
Pres.: Ele, que te confiou o ministério de pregar o Evangelho de Cristo, te ajude a viver segundo a sua palavra, e a ser sua testemunha corajosa e sincera.
Ass.: Amem.
Pres.: Ele, que te fez dispensador dos seus mistérios, te leve a imitar o seu Filho Jesus Cristo e a ser, no mundo, ministro da unidade e da paz.
Ass.: Amem.
O presidente abençoa o povo, dizendo:
Pres.: E a vós todos, aqui presentes, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai, ✠ Filho ✠ e Espírito ✠ Santo.
Ass.: Amem.
Depois, o diácono ou o próprio presidente diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
