ZoyaPatel

Livreto Celebrativo| Missa Solene aos 50 anos da Paróquia Imaculada Conceição

SohaniSharma

                           LIVRO CELEBRATIVO
SANTA MISSA DE AÇÕES DE GRAÇA COM RITO DE POSSE CANÔNICA 


       PRESIDE A SANTA MISSA:
      DOM NILTON CARLOS CARDEAL MARINI
 

                                      11/04/26

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                              RITOS INICIAIS


                        CANTO DE ENTRADA


Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.


                       ANTÍFONA DE ENTRADA


Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona: O Senhor fez sair com grande júbilo o seu povo, e seus eleitos entre gritos de legria, aleluia. (Cf. Sl 104, 43)


                                    SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres.:  Celebrando jubilosos o aniversário de nossa paróquia,
rendamos graças a Deus por tantas bênçãos aqui derramadas. A paz esteja convosco 

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.





DOM NILTON CARLOS CARDEAL MARINI
POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA
ARCEBISPO METROPOLITANO DE APARECIDA


Prot: 003/2026

 A todos que lerem estas nossas letras, saúde e paz da parte de Deus e do Senhor Jesus Cristo.

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Como pai e pastor da parcela do povo de Deus presente nesta Sé de Aparecida, confiada à nossa solicitude, e sendo de nosso dever não deixar comunidade alguma sem assistência espiritual; em virtude das necessidades da Paróquia Imaculada Conceição, e visando atender tais necessidades,

Nomeamos, por esta provisão, o Rev.mo Padre Caio Henrique, pároco da referida paróquia, com todos os direitos e deveres previstos no Código de Direito Canônico, especialmente nos cânones 515 a 545, bem como conforme as normas e diretrizes em vigor nesta nossa Arquidiocese.

Quando Vsª. Revm.ª assume o ofício de pároco, tens o dever de exercer o ministério de Profeta, Sacerdote e Pastor:

Como Profeta, deverá proclamar a Palavra de Deus com fidelidade e respeito, sem ferir ou ofender ninguém;

Como Sacerdote, é sua responsabilidade conduzir o povo na celebração dos sacramentos, com especial atenção à Santa Eucaristia;

Como Pastor, deverá acolher a todos com gentileza, confortando os que sofrem e oferecendo apoio espiritual aos fiéis.

Recomendamos vivamente ao novo pároco que, no exercício deste múnus pastoral, procure cumprir tudo aquilo que lhe inspirar o bom e reto zelo sacerdotal. Como cooperador nosso, muito lhe pedimos que ajude os fiéis a constituírem uma comunidade que acolha a todos, que seja missionária e solidária, plenamente inserida na Igreja Arquidiocesana e Universal.

Cuide-se que esta provisão seja lida na solene celebração de posse canônica e aos primeiros domingos após a posse, pelo início do ministério, também seja transcrita no Livro de Tombo da Paróquia.

Rogamos a intercessão a Nossa Senhora Aparecida, patrona de nossa Arquidiocese, sobre seu ministério, e as bênçãos do Senhor

DADO e PASSADO na Cúria Arquidiocesana de Aparecida, ao Sete dia do mês de Abril do ano da graça de dois mil e vinte e seis.

      Dom Nilton Carlos CARDEAL Marini
              Arcebispo Metropolitano

                      Pe. Caio Henrique
                             Chanceler 
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       PROFISSÃO DE FÉ E JURAMENTO DE          
                           FIDELIDADE 

O novo Pároco, diante do bispo, faz a sua profissão de fé e juramento de fidelidade. 

O diácono ou o sacerdote responsável pelo Livro dos Evangelhos permanece à direita do Pároco, para que este possa tocar o Livro durante o juramento de fidelidade.

Eu, Padre Caio Henrique creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber:
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pelo Colégio dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.

Eu, Padre Caio Henrique, ao assumir o ofício de Pároco da Paróquia Imaculada Conceição, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com obediência cristã seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente aux

ílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.

Terminada a profissão de fé e fidelidade, o bispo de pé prossegue com o ato penitencial.


                         ATO PENITENCIAL

4. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:

Pres.: Ao celebrarmos com alegria este aniversário de nossa paróquia,
recordando as graças que Deus aqui realizou,
reconheçamo-nos necessitados de sua misericórdia.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

Pres.: Confessemos os nossos pecados:

Todos.:

Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, e, batendo no peito, dizem: por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, Em seguida, continuam: E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde: Amém.

Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

℟. Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, tende piedade de nós.

℟. Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.


                        HINO DO GLÓRIA

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
 
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS.
 
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
 
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
 
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLHICA.
 
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
 
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS, O SENHOR, SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO,
JESUS CRISTO, COM O ESPÍRITO SANTO NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
 
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!


Ou para citação:
Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso. Nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai.
Amém.


                            ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.:Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. 
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:  
Ó Deus, que reunis o vosso povo para vos servir,
concedei à nossa comunidade paroquial,
que celebra com alegria o seu aniversário,
perseverar na fé, crescer na esperança
e viver sempre na caridade.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
na unidade do Espírito Santo.
℟.: Amém.

 O Bispo depõe a mitra.


                     PRIMEIRA LEITURA
                            (1 Pe 2,4-9)

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor.: Leitura da Primeira Carta de São Pedro 

 Caríssimos, 4aproximai-vos do Senhor, pedra viva, rejeitada pelos homens, mas escolhida e honrosa aos olhos de Deus. 5Do mesmo modo, também vós, como pedras vivas, formai um edifício espiritual, um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo. 6Com efeito, nas Escrituras se lê: “Eis que ponho em Sião uma pedra angular, escolhida e magnífica; quem nela confiar não será confundido”. 7A vós, portanto, que tendes fé, cabe a honra. Mas para os que não creem, “a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular, 8pedra de tropeço e rocha que faz cair”. Nela tropeçam os que não acolhem a Palavra; esse é o destino deles. 9Mas vós sois a raça escolhida, o sacerdócio do reino, a nação santa, o povo que ele conquistou para proclamar as obras admiráveis daquele que vos chamou das trevas para a sua luz maravilhosa. 

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.


Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.


                    SALMO RESPONSORIAL
                             (Sl 117 (118))

A PEDRA QUE OS PEDREIROS REJEITARAM,
TORNOU-SE AGORA A PEDRA ANGULAR. 

1. DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM!
"ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!"
É MELHOR BUSCAR REFÚGIO NO SENHOR,
DO QUE PÔR NO SER HUMANO A ESPERANÇA;
É MELHOR BUSCAR REFÚGIO NO SENHOR,
DO QUE CONTAR COM OS PODEROSOS DESTE MUNDO!"

A PEDRA QUE OS PEDREIROS REJEITARAM,
TORNOU-SE AGORA A PEDRA ANGULAR.

2. DOU-VOS GRAÇAS, Ó SENHOR, PORQUE ME OUVISTES
E VOS TORNASTES PARA MIM O SALVADOR!
"A PEDRA QUE OS PEDREIROS REJEITARAM,
TORNOU-SE AGORA A PEDRA ANGULAR.
PELO SENHOR É QUE FOI FEITO TUDO ISSO:
QUE MARAVILHAS ELE FEZ A NOSSOS OLHOS!

A PEDRA QUE OS PEDREIROS REJEITARAM,
TORNOU-SE AGORA A PEDRA ANGULAR.

3. BENDITO SEJA, EM NOME DO SENHOR,
AQUELE QUE EM SEUS ÁTRIOS VAI ENTRANDO!
VÓS SOIS MEU DEUS, EU VOS BENDIGO E AGRADEÇO!
VÓS SOIS MEU DEUS, EU VOS EXALTO COM LOUVORES!
DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM!
"ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!"

A PEDRA QUE OS PEDREIROS REJEITARAM,
TORNOU-SE AGORA A PEDRA ANGULAR. 


                      SEGUNDA LEITURA 
                             (Ef 2,19-22)

LEITOR: Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios.

Irmãos, 19já não sois mais estrangeiros nem migrantes, mas concidadãos dos santos. Sois da família de Deus. 20Vós fostes integrados no edifício que tem como fundamento os apóstolos e os profetas, e o próprio Jesus Cristo como pedra principal. 21É nele que toda a construção se ajusta e se eleva para formar um templo santo no Senhor. 22E vós também sois integrados nesta construção, para vos tornardes morada de Deus pelo Espírito.

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus.


    ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS

Terminada a segunda leitura (ou o Salmo Responsorial), estando todos sentados.

O novo Pároco se coloca de joelhos diante do bispo. 

O Diácono, ou sacerdote, que entrou com o Livro dos Evangelhos toma solenemente o Livro que esta sobre o altar e entrega ao bispo. 

O bispo entrega o Livro dos Evangelhos ao novo Pároco, dizendo:
Pres.: Recebe este Evangelho de Cristo, do qual foste constituído mensageiro. Transforma em fé viva o que lês, ensina aquilo que crês e procura realizar o que ensinas.

Pároco: Dai-me a vossa bênção.

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Pároco: Amém.

O Pároco fica de pé, tendo o Livro dos Evangelhos em suas mãos e sendo ladeado por dois ministros com velas.

Ⓔ O Bispo escuta o Evangelho como de costume, recebendo o báculo no início da leitura do Evangelho.

         
                             EVANGELHO
                             (Mt 16, 13-19)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, pelos ministros com o incenso e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
E, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

“Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. Então, Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso, eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.

Palavra Palavra da Salvação 

Glória a vós senhor 


                            HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

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RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS SACERDOTAIS 

Terminada a homilia, o bispo se senta, recebe a mitra e o báculo (caso não tenha feito uso durante a homilia). 

O novo Pároco se coloca diante do bispo

Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito que prometeste na ordenação. Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem Episcopal, apascentando o rebanho do Senhor, sob a direção do Espírito Santo?
Pároco: Quero!

Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo para louvor e glória de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja? 
Pároco: Quero!

Pres.: Queres unir-te cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com Ele consagrado a Deus para a salvação dos homens? 
Pároco: Quero!

Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desempenhar o ministério da Palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica? 
Pároco: Quero com a Graça de Deus!

O bispo deixa o báculo. 

O novo Pároco se aproxima do bispo, se ajoelha e põe suas mãos postas entre as do bispo. 

Pres.: Prometes respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?
Pároco: Prometo!

Pres.: Deus, que inspirou este bom propósito, te conduza sempre mais à perfeição. 
Pároco: Amém!

ENTREGA DE SÍMBOLOS E/OU OBJETOS LITÚRGICOS REPRESENTANDO O MINISTÉRIO ASSUMIDO

Pelo corredor central entram os símbolos e/ou objetos litúrgicos que representam o ministério assumido. 

Os responsáveis, todos juntos, entram até o meio da igreja. A partir daí entra um por vez. 
Sendo que o próximo continua a caminhada somente quando o símbolo e/ou objeto litúrgico anterior já tenha sido entregue.

Entrada e entrega das chaves da igreja: 
Pres.:Recebe as chaves da igreja e cuida da parte do povo de Deus que te é confiada. Desempenha com verdadeira caridade e contínua alegria a missão de Pároco, procurando em tudo agradar a Cristo, o Bom Pastor, do qual foste constituído ministro.

Entrada e entrega do óleo dos catecúmenos: 
Pres.: Recebe o óleo que será utilizado no Batismo dos novos filhos de Deus. Cuida para que a vida divina recebida neste sacramento cresça e se desenvolva sempre mais no coração dos fiéis. 

Entrada e entrega da chave do sacrário:
Pres.:Lembra-te de que a Eucaristia é ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, recebe a chave do sacrário e zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida desta Paróquia.

Entrada e entrega da estola roxa:
Pres.: Recebe a estola roxa, veste usual para a administração do Sacramento da Penitência. Sê zeloso nesse ministério e distribui aos pecadores as riquezas da misericórdia infinita do Senhor.

DECLARAÇÃO SOLENE DE EMPOSSADO COMO PÁROCO E SAUDAÇÃO AO BISPO

Pres.: — Eu, Dom Nilton Carlos Cardeal Marini, Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Aparecida, declaro solenemente empossado como Pároco da Paróquia Imaculada Conceição, o Reverendíssimo Senhor Padre Caio Henrique 

                  ACOLHIDA DO PÁROCO

Pres.: — A paz esteja contigo.
Pároco: — O amor de Cristo nos uniu.

O bispo saúda o novo pároco.

    
                  LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

 
                 ANTÍFONA DE OFERTÓRIO
                     (Cf. LH: Sl 117, 26. 27)

Se não há cântico de Ofertório, recita-se a antífona.
Antífona do Missal para ser recitada:
Bendito seja, em nome do Senhor, aquele que em seus átrios vai entrando! Desta casa do Senhor vos bendizemos. Que o Senhor e nosso Deus nos ilumine, aleluia, aleluia.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca o vinho e um pouco d água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho
possamos participar da divindade do vosso Filho,
que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca o vinho e um pouco d água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho
possamos participar da divindade do vosso Filho,
que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: — Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
 
Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
 
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: — Senhor, aceitai compassivo as oferendas da vossa família e concedei que, sob o auxílio de vossa proteção, não percamos os dons que nos destes e alcancemos os bens eternos. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.:Amém.

                  PREFÁCIO DA PÁSCOA I
                      (O mistério pascal)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: — O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: — Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: — Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação proclamar a vossa glória, ó Pai, em todo tempo, mas, com maior júbilo, louvar-vos nesta noite neste tempo, porque Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. É ele o verdadeiro Cordeiro, que tirou o pecado do mundo; morrendo, destruiu a nossa morte e, ressurgindo, restaurou a vida. Por isso, transbordando de alegria pascal, exulta a criação por toda a terra; também as Virtudes celestes e as Potestades angélicas proclamam um hino à vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:


                                 SANTO

SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
DEUS DO UNIVERSO.

O CÉU E A TERRA, PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA NAS ALTURAS!

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!

HOSANA NAS ALTURAS!

Ou para citação:
Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo.
O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor!
Hosana nas alturas!


               ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo: a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, une as mãos que nos mandou celebrar estes mistérios.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo! 

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la

Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Pres.: Mistério da fé.

℟.: Salvador do mundo, salvai-nos,vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

A assembleia aclama:

O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
A assembleia aclama:
Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Bonifácio e o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória, une as mãos

Por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC — Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Amém.

Segue-se o Rito da Comunhão.


                     ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: — Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: — Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: — Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.: — Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre 


O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.


                       SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.


                          FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

Enquanto isso, canta-se:

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ.

Ou recita-se:
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para ó Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: — Senhor, eu não sou digno(a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a).


                          COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio: O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
 
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.

E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.


               ANTÍFONA DE COMUNHÃO
                              (Gl 3, 27)

Se não há cântico de Comunhão, recita-se a antífona.
Antífona do Missal para ser rezada:
Vós todos que fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo, aleluia.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou cântico de louvor.

           ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: — Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Ouvi-nos, ó Deus todo-poderoso, e preparai os corações de vossos filhos que enriquecestes com a graça do Batismo, para merecerem a felicidade eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
 Amém 

                             RITOS FINAIS

                           BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.:
Deus, que vos chamou à comunhão nesta paróquia,
vos conserve firmes na fé e generosos no amor.
℟.: Amém.

Pres.:
Ele, que vos reuniu como comunidade de fé,
vos conceda crescer sempre na unidade e na caridade.
℟.: Amém.

Pres.:
Deus, que fez de vós pedras vivas de sua Igreja,
vos fortaleça na esperança e na missão de anunciar o Evangelho.
℟.: Amém.

Pres.:
Ele, que habita no meio do seu povo,
vos torne sinal de sua presença no mundo.
℟.: Amém.

Pres.:
Deus, fonte de toda graça,
vos conceda perseverar firmes na fé
e alegres no serviço do Reino.
℟.: Amém.

Pres.:Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo.
℟.: — Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
℣.: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia!
℟.: — Graças a Deus, aleluia, aleluia!


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