ZoyaPatel

2ª Semana da Páscoa | Terça-feira

SohaniSharma

 



                        LIVRETO CELEBRATIVO 

                        2º SEMANA DA PÁSCOA

                                   14.04.2026

    
                                   SAUDAÇÃO

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

                    ANTÍFONA DE ENTRADA
                                (Ap 19,7.6)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona.
Antífona do Missal para ser recitada:
Alegremo-nos, exultemos e demos glória a Deus,
porque o Senhor todo-poderoso
tomou posse do seu Reino, aleluia!

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar.

Depois se dirige com os ministros à cadeira. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: — Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: — Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com uma das seguintes fórmulas:
Pres.: — O Deus eterno e onipotente, fonte e plenitude de toda esperança, que, pela graça do Espírito Santo, nos concede a verdadeira alegria e a perfeita paz na fé, esteja convosco.

℟.:Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Ou, o sacerdote, abrindo os braços, diz:
Pres.: — O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

Ass.:Ele está no meio de nós.
 
O bispo, nesta primeira saudação, em vez de O Senhor esteja convosco, diz:

Bispo.: — A paz esteja convosco.

E o povo responde:

Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.


                      ATO PENITENCIAL

4. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:

Pres.:
Irmãos e irmãs, reunidos na presença do Deus Santo e Misericordioso, celebremos com fé os santos mistérios, reconhecendo com humildade as nossas faltas e suplicando o perdão do Senhor, para que, purificados de nossos pecados, possamos participar dignamente deste santo sacrifício.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

Pres.: Confessemos os nossos pecados:

Todos.:
Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, e, batendo no peito, dizem: por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, Em seguida, continuam: E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

℟. Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, tende piedade de nós.

℟. Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.


                       HINO DO GLÓRIA

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
 
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS.
 
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
 
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
 
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLHICA.
 
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
 
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS, O SENHOR, SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO,
JESUS CRISTO, COM O ESPÍRITO SANTO NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
 
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!

Ou para citação:
Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso. Nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai.
Amém.

       
                        ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: — Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. 
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus eterno e todo-poderoso, fonte de toda graça e plenitude de santidade,
que, na vossa infinita misericórdia, reunis o vosso povo para celebrar os sagrados mistérios,
concedei-nos, vos suplicamos, a graça de vos servir com coração puro e sincero,
para que, iluminados pela vossa verdade e fortalecidos pela vossa graça,
caminhemos firmemente na fé, perseveremos na caridade e alcancemos, por vossa bondade, a herança eterna que prometestes aos que vos amam. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.

℟.: Amém.

 O Bispo depõe a mitra.


                       PRIMEIRA LEITURA
                              (At 4,32-37 )

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor.: Leitura dos Atos dos Apóstolos.

32 A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava como próprias as coisas que possuía, mas tudo entre eles era posto em comum. 33 Com grandes sinais de poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus. E os fiéis eram estimados por todos. 34 Entre eles ninguém passava necessidade, pois aqueles que possuíam terras ou casas, vendiam-nas, levavam o dinheiro, 35 e o colocavam aos pés dos apóstolos. Depois, era distribuído conforme a necessidade de cada um. 36 José, chamado pelos apóstolos de Barnabé, que significa filho da consolação, levita e natural de Chipre, 37 possuía um campo. Vendeu e foi depositar o dinheiro aos pés dos apóstolos.

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.


                     SALMO RESPONSORIAL
                   (Sl 92(93),1ab.1c-2.5 (R. 1a))

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

 
- Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor.

- Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor.

- Deus é Rei e se vestiu de majestade, revestiu-se de poder e de esplendor! 

- Vós firmastes o universo inabalável, vós firmastes vosso trono desde a origem, desde sempre, ó Senhor, vós existis! 

- Verdadeiros são os vossos testemunhos, refulge a santidade em vossa casa, pelos séculos dos séculos, Senhor! 


                ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
                               (Jo 3,7b-15)

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

Se não há cântico, recita-se ao chegar no ambão.

℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.

℣. Se com Cristo ressurgistes, procurai o que é do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus Pai. 

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

Ⓔ O Bispo escuta o Evangelho como de costume, recebendo o báculo no início da leitura do Evangelho.


                             EVANGELHO
                                (Jo 3,1-8)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, pelos ministros com o incenso e diz:
℣.: — O Senhor esteja convosco.
℟.: — Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.

E, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

℟.: — Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: 7b "Vós deveis nascer do alto. 8 O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito". 9 Nicodemos perguntou: "Como é que isso pode acontecer?" 10 Respondeu-lhe Jesus: "Tu és mestre em Israel, mas não sabes estas coisas? 11 Em verdade, em verdade te digo, nós falamos daquilo que sabemos e damos testemunho daquilo que temos visto, mas vós não aceitais o nosso testemunho. 12 Se não acreditais, quando vos falo das coisas da terra, como acreditareis se vos falar das coisas do céu? 13 E ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem. 14 Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, 15 para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna".

Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.


                              HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.


                      PROFISSÃO DE FÉ
              SÍMBOLO DOS APÓSTOLOS

Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.


                    LITURGIA EUCARÍSTICA

            PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.


                 ANTÍFONA DE OFERTÓRIO
                           (Cf. Mt 28, 2. 5. 6)

Se não há cântico de Ofertório, recita-se a antífona.
Antífona do Missal para ser recitada:
℣.: Um anjo do Senhor desceu do céu. Então o anjo falou às mulheres: Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito!



O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca o vinho e um pouco d água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho
possamos participar da divindade do vosso Filho,
que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: — Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.


              ORAÇÃO SOBRE AS OFERTAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.:Senhor, nós vos pedimos: aceitai as oferendas do vosso povo (e dos que renasceram nesta Páscoa), para que, renovado(s) pela confissão do vosso nome e pelo Batismo, alcance(m) a felicidade eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: — Amém.


                   PREFÁCIO DA PÁSCOA II
                     (A vida nova em Cristo)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.

℟.: — Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.:Corações ao alto.

℟.: — O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação proclamar vossa glória, ó Pai, em todo tempo, mas, com maior júbilo, louvar-vos neste tempo, porque Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Por ele os filhos da luz nascem para a vida eterna e para os vossos fiéis abrem-se as portas do reino dos céus. Nossa morte foi redimida pela sua e na sua ressurreição ressurgiu a vida para todos. Por isso, transbordando de alegria pascal, exulta a criação por toda a terra; também as Virtudes celestes e as Potestades angélicas proclamam um hino à vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:


                                 SANTO

SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
DEUS DO UNIVERSO.

O CÉU E A TERRA, PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA NAS ALTURAS!

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!

HOSANA NAS ALTURAS!

Ou para citação:
Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo.
O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor!
Hosana nas alturas!



                   ORAÇÃO EUCARISTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo: a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, une as mãos que nos mandou celebrar estes mistérios.

A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo! 

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível como requer a sua natureza.
Na noite em que ia ser entregue, toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia, toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

 Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!

A assembleia aclama:
Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição. 

 Sacerdote com os braços abertos diz
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

A assembleia aclama:

O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
A assembleia aclama:
Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Bonifácio e o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

★ Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória, une as mãos

Por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC — Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Amém.

 Segue-se o rito da Comunhão.


  
                    ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: — Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.: — Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

℟.: O amor de Cristo nos uniu.



                       SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.


                          FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

Enquanto isso, canta-se:

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ.

Ou recita-se:
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: — Felizes os convidados para ó Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno(a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a).



                           COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio: O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.

E comunga 

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.


                  ANTÍFONA DE COMUNHÃO
                              (Cf. Jo 20, 19)

Se não há cântico de Comunhão, recita-se a antífona.
Antífona do Missal para ser rezada:
Jesus entrou e pondo-se no meio deles disse: A paz esteja convosco, aleluia.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou cântico de louvor.


          ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: — Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo  em silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Ó Deus eterno, onipotente e infinitamente misericordioso, que vos dignastes nutrir-nos com o augustíssimo Sacramento do Corpo e do Sangue de vosso Filho, concedei-nos, benignamente, que tão sublime mistério, que com fé recebemos,
produza em nossas almas frutos abundantes de graça e santificação;
para que, permanecendo firmes na vossa caridade e intimamente unidos a Cristo, vosso Filho, sejamos transformados naquele que recebemos e alcancemos, por vossa infinita bondade, a herança da vida eterna.
Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:
Amém. 


                            RITOS FINAIS

                          BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

R.: — Ele está no meio de nós.

Pres.:
O Deus de infinita misericórdia,
que, pela ressurreição do seu Filho Unigênito,
vos restaurou para a vida eterna,
vos conceda a plenitude da sua graça pascal.

R.: — Amém.

Pres.:
Aquele que, nos dias da Páscoa,
vos renovou com o dom da redenção,
vos torne participantes da herança eterna.
R.: — Amém.

Pres.:
E vós, que celebrais com alegria
a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte,
possais viver sempre na luz do Ressuscitado
e chegar, um dia, às alegrias do Reino celeste.

R.: — Amém.

Pres.:
E a bênção de Deus todo-poderoso,
Pai e Filho e Espírito Santo,
desça sobre vós e permaneça para sempre.

R.: — Amém.


Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
℣.: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia!

℟.: — Graças a Deus, aleluia, aleluia!

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
Ahmedabad
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